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Arquitetos: Como encontrar clientes

Arquitetos: Como encontrar clientes

Arquitetos: Como encontrar clientes

Concursos de ideias abertas, contratos públicos e privados, prospeção, estudos urbanos... Há diferentes maneiras de os jovens arquitetos encontrarem os seus primeiros clientes e crescerem na sua prática. Depois de adquirirem experiência numa agência, muitos arquitetos querem ramificar-se e iniciar o seu próprio negócio. A subcontratação é inevitável no início, mas para além destas tarefas, é importante encontrar clientes diretos.

Contratos públicos

Uma forma de realizar o seu primeiro projeto sem ser patrocinado ou apoiado é responder a concursos nos mercados públicos para participar em concursos ou contratos negociados que aparecem regularmente na imprensa oficial. 

 

No mercado privado, é mais difícil encontrar projetos e os clientes geralmente preferem trabalhar com o mesmo arquiteto de forma consistente. Assim, as comissões privadas vêm normalmente depois de empresas de arquitetura terem conseguido provar o seu valor no setor público.

Trabalhar na sua imagem

Paradoxalmente, para ser admitido a concorrer a um contrato público, um gabinete de arquitetura deve ser capaz de justificar um mínimo de volume de negócios e referências. Assim, uma empresa que está apenas a começar pode encontrar-se numa situação um pouco complicada. A imagem torna-se assim o único meio de comunicar sobre o seu trabalho. O arquiteto pode assim comunicar ao cliente qual é a sua abordagem ao projeto e qual é a sua compreensão geral da arquitetura.

 

A forma mais fácil de desenvolver estas referências gráficas é participar em concursos de ideias abertas. Estes são geralmente organizados por grandes empresas como a EDF, GDF, organizações como a Cimbéton ou o concurso europeu aberto a jovens arquitetos, que é tido em conta como referência pelas autoridades locais.

 

Paralelamente a estes concursos, alguns artistas podem começar a prospetar, um processo para o qual as aldeias representam uma oportunidade interessante. As suas necessidades são geralmente muito tangíveis e as escalas de intervenção são tipicamente pequenas. Por conseguinte, um conselho de aldeia pode selecionar uma equipa jovem "de fora" para um concurso. Pode também encarregar um jovem gabinete de arquitetura de realizar um estudo urbano (estudo de viabilidade, estudo de definição, etc.), que pode por vezes levar a um pedido de gestão de projeto.

Capitalizar os seus primeiros projetos

Os primeiros projetos de um arquiteto são muitas vezes considerados não rentáveis ou mesmo realizados com perda de lucro. Estes são frequentemente projetos que são abandonados por empresas mais estabelecidas. Contudo, isto permite que os jovens arquitetos adquiram as suas primeiras referências e comecem a construir a sua carteira de clientes.

 

É portanto essencial considerá-los como um investimento que permitirá sustentar a estrutura no futuro com encomendas maiores e projetos que estejam geograficamente mais próximos. 

 

Por vezes é possível juntar forças com arquitetos mais estabelecidos para responder a concursos quando se começa a ter referências, mas o seu número ainda não é suficiente. Isto permite aos jovens arquitetos participar em programas regionais que são extremamente formativos. 

Desenvolver a sua prática arquitetónica 

Para desenvolver a sua empresa, os arquitetos procuram diversificar as suas atividades e abordar todas as escalas do projeto, desde a reabilitação a novos edifícios, estudos urbanos (estudos de definição, programação), projetos urbanos, design de interiores, etc. 

 

No entanto, é a primeira referência que terá impacto no tipo de comissão para a qual o arquitecto será orientado. 

Unindo forças para desenvolver

A incerteza ligada ao contexto económico leva por vezes os arquitetos a unir esforços na mesma agência, que pode assumir a forma jurídica de uma LLC (sociedade de responsabilidade limitada), de uma sociedade civil ou de uma sociedade não comercial.

 

Este tipo de associação permite aos sócios partilhar as suas preocupações e aumentar os recursos que podem ser investidos. Uma associação entre vários arquitetos permite que a responsabilidade pela obra seja assumida pela estrutura e não pelo indivíduo, o que representa uma vantagem considerável. 

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